Notícias Mundo ao segundo: 5 mitos e verdades sobre a doença Covid19


por Carlos Bonaparte em 16-03-2020 às 08:30

A doença que tem assolado o mundo no último mês está tão cheia de verdades quanto de mitos. As redes sociais misturam-se entre informações verdadeiras e falsas. Eis aqui algumas dessas notícias:

Brufen e Ibuprofeno potenciam o Covid19: falso


Inclusive, a fonte desta notícia aclara que foi este o problema dos italianos: o consumo destes medicamentos. Mas a diretora geral da saúde, Graça Freitas, desmentiu na noite deste domingo qualquer relação entre estes medicamentos, ou quaisquer outros, e o Covid19.

Já há cura para o Covid19: falso


Seria bom se fosse verdade, mas ainda não é. Nem a notícia falsa que dá conta de que cerca de 1500 pacientes foram curados com uma vacina criada por cubanos. De resto, as únicas coisas que são verdade é, por um lado, a participação cubana em território chinês, com um medicamento experimental, que não é produzido em Cuba, e que foi administrado a 1500 pacientes. Mas não se aclara, por fontes verdadeiras e confiáveis, quantos houve curados, nem se a cura esteve relacionada com esse medicamento.

Medicamento para a cura do Covid19 começará a ser testada em humanos a partir de Abril: verdadeiro


Inclusive já testes foram feitos com 14 pacientes que se encontravam em estado crítico no cruzeiro Diamond Princess, e todos eles tiveram melhorias significativas. Agora vem a larga escala, que certamente revelará muitos efeitos secundários. Um processo que só deverá estar concluído em finais de 2021 até à libertação desta vacina, para livre comercialização.

Britânicos querem gerar imunidade de grupo, e isto passa por fazer precisamente o contrário dos restantes países: verdadeiro



Apesar dos campeonatos de futebol do Reino Unido estarem suspensos, tem sido permitido aos britânicos reunirem-se na rua sem grandes restrições, participando inclusive em eventos desportivos. No exato momento em que esta notícia foi escrita, o Reino Unido reportava 1395 casos registados. Mas mesmo assim, não está entre os 10 países mais infetados, como Espanha, França ou Alemanha. Mesmo assim, a Organização Mundial de Saúde está preocupada com os efeitos que isto possa ter na população do país que a 31 de Janeiro, deixou oficialmente de fazer parte da União Europeia.

Vírus foi arma química dos EUA contra a China: impreciso



Até ao momento nada está confirmado, nem se sabendo ao certo se se trata, ou não, de um ataque com armas químicas. O que se sabe sobre esta nova versão do Corona Vírus, é que o seu genoma difere em cerca de 25% daquele que no final do mês de Janeiro de 2020 foi mensionado em muitas publicações. Um vírus que foi, de facto, criado em laboratório, e que visava combater o SARS CoV (ver patente no Google Patents). Não tendo provas evidentes que sim ou que não, não podemos afirmar qualquer uma das duas.


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